carreira

Meus primeiros passos no universo da comunicação deram-se ainda na infância, desenhando bastante, impulsionado por uma curiosidade enorme sobre como conseguiam fazer os rótulos de refrigerantes e pastas de dente e como era possível imprimir letrinhas tão miúdas!
Anos mais tarde, ingressei em um curso técnico em Publicidade. Entendi que aquele era o meu caminho. Tudo muito romantizado, liberdade absoluta prá desenvolver projetos. Era o meu mundo, e isso ficou evidente com a nomeação de Melhor Aluno do ano de 1990, segundo o "Anuário Brasileiro da Educação".
Após um curso rápido de desenho no Senac, era hora de fazer a escolha da carreira. Optei por Desenho Industrial na Universidade Mackenzie, com habilitação em Programação Visual. O contato com a arte foi imenso. Fotografia, Artes Plásticas, Desenho Técnico, Desenho Livre, Computação Gráfica, Modelagem, Redação, Cinema,  e outras tantas disciplinas me deram uma percepção de quão grande poderia ser meu universo no campo profissional.
Em curso,  fiz estágio no Centro Cultural São Paulo, no departamento de artes gráficas, onde conheci grandes nomes do design da vanguarda brasileira, como Alexandre Wollner, Cauduro e Martino, Aloísio Magalhães, entre outros. Visitava exposições e comentava sobre elas, lia tudo o que era publicado e procurava me manter atualizado sobre esse universo, não só gráfico, mas também esculturas, pinturas, movelaria e o que mais pudesse enriquecer meu conhecimento.
Em seguida, trabalhei em um bureau de impressão digital, onde aprendi muito sobre grandes mídias (no tempo em que ainda não era visto como poluição visual). Foi meu primeiro contato com criação.
Mas o passo seguinte, entretanto, foi o definitivo para meu crescimento como um todo, na agência Money Just For Fun do Woody Gebara. Muito C&A, muito Sebastian, muito trabalho!
Daí em diante tive a oportunidade de trabalhar em agências onde aprendi a desenvolver projetos bacanas com clientes exigentes, em escritórios de Leo Burnett, Átomo e Cocar, entre outras.